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segunda-feira, 19 de março de 2012

Alentejanos os campos ardentes

Alentejanos os campos ardentes
por onde ventos brandos calorosos
apartam das memórias ao que antes
controlavam os Mouros temerosos
(os caminhos floridos verdejantes)
que mais tarde fugiram furiosos
quando Afonsos e Sanchos conquistaram
a terra que mais tarde sublimaram.

Pelos pomares lindos, elegantes
pássaros esvoaçavam majestosos
com a agitação de asas, incessantes
poisam nos altos ramos sibilosos:
suas penas descansam reluzentes
com os seus corpos quentes, ferverosos
esperando que as noites envelheçam
e que as manhãs depressa reacendam.

E as enormes pereiras, alto se erguem
Por entre os campos verdes bem regados
flores lindas a terra seca encobrem
debaixo de um Sol quente agasalhados
onde os bons frutos verdes que recrescem aumentam
e se tornam muito mais coloridos
começam as colheitas prolongadas
das melhores pereiras semeadas.

Acolhidas por um Sol encarnado
crescem parreiras lindas e viçosas
o calor escalda, o vento arrufiado,
fustigando as uvas bem gostosas.
E quando clareia o imenso céu azulado
e as uvas roxas se exibem airosas,
começa a vindima Alentejana
famosa a norte e a sul do Guadiana.

Rodrigo Nogueiro
9º C

quarta-feira, 14 de março de 2012

Monte alentejano, um regalo para os sentidos

                                 Monte Alentejano, Eduardo Salvação Barreto

          Maravilhosa a paisagem alentejana,  as belas cores das flores: o vermelho, o branco, o verde cor da natureza, as suas formas, a casa campestre, as árvores centenárias com os ramos balançando à sombra das nuvens esbranquiçadas no céu. Quando me deito para olhar para as nuvens,  toco nas flores macias, na relva lisa e na terra molhada.
Sinto o cheiro das flores que vem até nós com uma ajuda do vento; choveu, caíram das nuvens umas gotinhas sobre as plantas, agora predomina um cheiro agradável. Quando fechamos os olhos, ouvimos os insetos a voar, o vento a soprar, suave e relaxante, enfim, é música para os nossos ouvidos e então os pássaros cantam um canto maravilhoso, alegre, bonito e deslumbrante. 
5ºG


segunda-feira, 12 de março de 2012

O Alentejo

Mesmo antes do Algarve,
o Alentejo encontramos
e é sobre ele,
que agora falamos!...

Bonitas e limpas praias,
de água transparente
mas encontras variados campos,
que te vão maravilhar certamente!...

Debaixo de sobreiros, oliveiras e azinheiras
podes descansar e comer
à frente encontras uma vista,
que vale a pena ver!...

Variedade na gastronomia,
no Alentejo podes saborear
desde as migas à sopa da panela
todos são fáceis de cozinhar!...

Nesta visita
o artesanato não pode faltar,
peças feitas e barro ou loiça
com lindas pinturas a enfeitar!...

Neste belo território
a história também deixou a sua marca,
monumentos do tempo dos romanos
até ao último monarca!...

E aqui acabamos a visita
a uma província que vale a pena conhecer,
venham visitar o Alentejo
que muito vão aprender!...

Alice Neves
Susana Ramos
5ºC

O que é o Alentejo?

Um dia fui ao Alentejo
e perguntei a um senhor:
O que é o Alentejo
diga-me por favor!?

- O Alentejo são
os campos esplendorosos
com ribeiros incríveis
com sobreiros maravilhosos.

- E sobre o tempo
não  tem nada para dizer?
Diga-me, senhor
que eu quero saber!?

- O tempo muitas vezes está quente
e a chuva é muito leve
à noite cai geada
mas nem sinal de neve!

- É só isso o Alentejo?
não há muito mais para contar,
lembre-se de mais alguma coisa
para me dela falar

- O  Alentejo não é só isso,
Mas o resto conto-te mais tarde
Agora vai brincar
Com os meninos da tua idade! 


Madalena Ramalho  
Mafalda Tanganho 
5ºC

quinta-feira, 1 de março de 2012

Mais um dia no Alentejo



Um dia,
Fomos ao Alentejo,
E a minha mãe disse
Que estava abaixo do Ribatejo.

Quando chegámos,
Um senhor encontrámos,
e depois lhe perguntámos:

 - Meu senhor,
Não sabemos para onde ir,
Pode nos dizer um sítio,
Para podermos dormir?

 - Podem ir para Évora,
Fiquem na estalagem do meu irmão,
Que tem lá meninos que «têm criação».

E lá fomos a caminho,
Daquela desconhecida cidade,
Passámos por muitos campos,
Com árvores, a transbordar beldade…

Depois de muito viajar,
Parámos para descansar,
Por baixo de uma azinheira,
Onde acabámos por lanchar!...

Quando a Évora chegámos,
Instalámo-nos na estalagem
  Mas, coitado do senhor,
  Partiu uma perna na barragem…

No dia seguinte,
Os arredores d´ Évora fomos explorar,
Monsaraz, Reguengos, Redondo…
Fomos visitar!...

Adorámos estas miniférias
No nosso Alentejo,
Mas tivemos que voltar
Para cima do Ribatejo!

Madalena Ramalho
Alice Simões
  5 º C

Um dia no Alentejo


Ah! O campo cheio de chaparros que oferecem uma sombra inigualável! É um regalo, pois quando olhamos para o céu sentimos a presença do sol, que, em poucos dias, consegue por pastagens verdes, amareladas…
   Eu, que nem gosto muito do campo, nesse dia, esqueci-me dessas pequenas coisas que me incomodavam como por exemplo: as ervas longas que me chegam aos joelhos e me fazem comichão, ou o calor abrasador que eu sinto quando me esqueço do boné em casa. Nesse dia, deitei essas coisas para trás das costas.
   Aproveitei aquele dia ao máximo, como se ele fosse a última colherada de um bolo de chocolate!
   Sentei-me à sombra de um «chaparro», enquanto comia azeitonas e, agora, tenho um monte de passatempos novos!
Agora, olho mais para as nuvens e descubro as suas formas mas, às vezes, é difícil pois o sol está tão quente que as tapa!
   Também gosto de ver as lebres e as perdizes que parecem brincar «à apanhada»!
   Foi assim que se passou aquele dia no maravilhoso no campo do Alentejo. E depois de me deitar a descansar, só me vinha à cabeça «- Amanhã o dia vai ser igual. Que bom estar no Alentejo!»

Mafalda Tanganho
 5º C

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Alentejo

Eu nasci alentejana                            É banhada pelo sol,
Mas que coisa tão bonita!                 Pelas estrelas e luar,
E a força que nos emana                   Tem nelas coisas tão belas!
Esta planície infinita!                       Algumas, eu vou contar.

Sou de Évora, linda cidade,             Cidade com sua história
Que no mundo tem valor                Quem a sabe não se engana
Desde que foi conquistada              Seus monumentos de glória
Por Geraldes – o sem Pavor.           Da sua herança romana.
  
O Alentejo é grande,                       Açorda, Caspacho e Migas
Grande, lindo e majestoso,              São sopas do Alentejo,
Com seus pratos e sabores,            Há por aí bons cozinheiros,
 E seu azeite gostoso!                     Profissão que eu tanto invejo.


Catarina Rosmaninho (com a ajuda da sua avó)
5º A

A minha quinta

No Alentejo,                                             Lá na minha quinta,
 É onde eu gosto de morar,                   Eu gosto de passear,
Na minha quinta,                                     Ver lindas paisagens,
É onde eu gosto de estar.                      Elas são de encantar!

Na minha quinta                                       Gosto de ir passear,
Há chaparros e azinheiras                      Ao Alto de S. Bento,
 E também                                                 Gosto de lá ficar,
 Ervas trepadeiras.                                   Até entardecer.

Na minha quinta,                                     E é assim a minha quinta,
Mata-se o porco,                                    Com muitas coisas boas,
Fazem-se alguns enchidos,                  Onde gosto de morar,
E deliciosos cozidos.                             E gosto de contar.


Catarina Rosmaninho
5º A

Alentejo

No Alentejo                                                                    No Alentejo
Há a matança do porco                                                Há chaparros com fartura
Muitos enchidos                                                            Muitos campos
Deliciosos.                                                                     E planícies de aventura.
   
No Alentejo                                                              No Alentejo
Há a tradição da sesta                                            Há muitas azeitonas
Todos gostamos                                                      Fazem-se açorda e outras
De aproveitar os sonhos.                                      Deliciosas sopinhas.

No Alentejo                                                              No Alentejo
A vida é espantosa                                                 Gostamos de estar:
Há um pouco de tudo                                            Há muitas árvores
E bebe-se vinho muito bom.                                E campos para brincar.


José Miguel Santos
José Miguel  Mendes
5º A

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

E há o «Alentejo» das professoras...


De terra batida, queimada,
                                                           P´lo Sol, assíduo e ardente,
Indiquem-nos, ó trilhos arados,
Os (escassos) locais ensombrados,
Que refresquem nossa mente !

Acolhe «Chaparro», em teu regaço,
Este povo são, hospitaleiro,
Que padece, estóico, de cansaço,
Suportando o calor, verão inteiro !

Repousem nossos corpos transpirados,
Fruto deste esforço tão penoso,
Ao  trabalharmos fustigados,
P´lo Sol, ardente e impiedoso!

Repouse, pois, por um momento,
Sob a  tua copa frondosa e imponente,
Este corpo tão sofrido e indolente,
Que assim refresca a mente e dá - lhe alento.

- Ó  «Chaparro» acolhedor e altaneiro,
Disperso, na planície de tez dourada,
Tu és o meu abrigo, meu companheiro,
Nesta profunda imensidão ensolarada.

Terra da minha paixão,
De horizontes sem fim,
A tua enorme beleza,
Estará sempre, com certeza,
Gravada no meu coração.


 Prof ª Maria Adelaide Porto
1 de fevereiro de 2012

Girassóis

                                      Girassóis, Rosalina Pereira

Girassol
iluminado
raia
algures
sobre
solos
outrora 
ignorados e
sós.

Filipe B. 
6ºB

Gira perante o sol
imitando-o
rodopia sem parar
amarelo vivo
sol a brilhar
sorrindo e deslumbrante
olhando um para o outro.
Lindos são os girassóis!

Paulo P.
6ºB

Gira em torno do sol
interessante facto
raio abrasador
alegre de sentir
semente que brilha
somente na terra.
Oh! Que linda planta
linda e bela, flor amarela.

Joana
6ºB

Grandes nos campos
impossível não olhar
redondo atrás do sol
alegram-me ao passar
seu dourado vislumbrar
suas fragrâncias cheirar
olhar para tanta beleza
imagino o seu despertar
sua cor a brilhar.

Margarida
6ºB

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O Alentejo



« O Alentejo»


Ó Alentejo, dá-nos
O teu amor, essas
Brisas e esse teu calor.

Ó Alentejo, és
Lindo de morrer.
Quando  se mata um
Porco, água na boca me
Começa a crescer.


Ó Alentejo, porque és
Assim? Tens muitos
Campos verdejantes
E flores sem fim.

Ó Alentejo, porque te
Estendes nessa planície?
Revela-nos, então,
A tua beleza, que não é em vão.

Ó Alentejo, dá-nos,
O teu amor, essas
Brisas quentes e esse…
Teu calor!




António Pereira
6ºA

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O meu lar Alentejo

Vegetação seca pelo Verão

Grandes colheitas de trigo

Minha terra, é com orgulho

Que te guardo sempre comigo.



No meio das cores secas

Fora da histórica cidade

É no meu doce lar

Que sinto verdadeira felicidade.



Casa mais bela de todas

No meio dos prados amarelo torrão

Fora das grandes muralhas

Casa que permanece no meu coração.



Longo caminho percorro

Para meu lar me acolher

Faz-me pensar, refletir

No lado bom do meu perder.



Dá jeito para escutar, apreciar

A beleza que me rodeia

Os sobreiros, as azinheiras

Enfim... uma paisagem cheia.



Simples e original

É o nosso Alentejo

Orgulho tenho muito

Meu raminho de poejo

Que dás alegria à minha vida

Que a enfeitas dando-lhe sabor

É contigo que nasci

E és tu que tens o meu amor.

Inês Moreira
7ºB

domingo, 20 de novembro de 2011

Monte alentejano

                                                Monte Alentejano com Horta, Eduardo Salvação Barreto

O sol bate nas casas
pintadas de branco.
A harmonia reina 
no monte alentejano…
Os animais abrem os olhos
à luz do sol e
o galo canta …
As pessoas acordam felizes,
num mundo verdejante
como se tudo fosse perfeito…

Rita Fialho
6º G

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Monte alentejano


MONTE ALENTEJANO
Momentos calmos,
Onde se vê a
Natureza verdejante
Temporariamente,
Em vez do barulho dos carros

Ao nascer do sol,
Logo tudo a acordar
E a espreguiçar
Num sítio maravilhoso!
Tanta verdura a aparecer
E o galo a cantar…
Jogos de cores intensas

Aparecem nas vastas planícies,

Nelas podes afirmar sem favor

O Alentejo é… amor!

Marco Calado
 6º G